Bere, Berenic
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Biografía:
Berenic

Berenice Barreto Fernandes, conhecida como Beré ou Berenic, é natural do Crato Ceará, onde passou sua infância e parte da adolescência. Autodidata, desde o inicio definiu o seu estilo naïf de pintar. Fez sua primeira exposição em 1977, em Salvador, Bahia. Reside no Rio de Janeiro desde 1981.

No Museu de Arte Moderna fez os cursos de “Análise e Crítica da Obra de Arte”, “Para Entender o Contemporâneo” e ” História da Arte”. Tem formação em arteterapia. Realizou centenas de exposições no Brasil e exterior, incluindo individuais, coletivas, Bienais e Salões de Artes Plásticas, fazendo jus a várias premiações. Tem projetos aprovados pelo Ministério da Cultura e pela Secretaria de Estado. Suas obras fazem parte do acervo de Galerias e Museus, dentre estes o Museu Internacional de Arte Naïf e Nuseu Nacional de Belas Artes e em coleções particulares no Brasil, França, Canadá, Itália, Japão e Estados Unidos.

Berenic, ainda, ilustrou com as suas obras inúmeros livros e revistas de arte, cartões de telefone e Telelistas de várias cidades no Brasil. Participou do documentário Arte Ingênua. Vários críticos de arte e historiadores como - Lucien Finkelstein a Osar D`Ambrosio e Ivan Alves Filho - reconheceram os méritos das suas obras..

É colunista do Jornal O Rebate onde escreve sobre arte e cultura. Reescreveu várias lendas brasileiras, temática marcante em suas telas. Faz parte dos Poetas Del Mundo, onde tem como missão difundir a Paz ao mundo.

No ano de 2007 foi condecorada com a insígnia da Medalha do Mérito Humanitário “Nise da Silveira”, outorgada pela FALASP – Federação das Academias de Letras e Artes do Estado de São Paulo. Recebeu também Moção de Congratulação e Louvor da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, foi empossada Membro Correspondente Titular da “Academia de Letras da Mantiqueira”, da Estância de Águas de Lindóia, passando a ocupar a cadeira de número 56 patronímica de Herri Julien Felix Rosseau. Em 2008, passa a ser Membro Correspondente da AILA- Academia Itapirense de Letras e Artes.

A obra

A obra começa no sonho da alma,
no imaginário do meu inconsciente.
Quando diante da ausência de cor,
no infinito branco de uma tela,
ouço uma voz que me diz: Vai!!!!!
Mergulho então no recôndito do meu ser interior
e navego num impulso quase mágico,
sem hora marcada,
sem regra,
sem algemas,
sem pensar muito.
Apenas deixo fluir aquele sonho,
fazendo deste momento
uma realidade substancial,
onde o expectador
é o seu complemento final.

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